OSAKA NOVIDADES - CAP X - PODE UM CARRETO ELÉTRICO SER COMANDADO POR VIA REMOTA?

A tecnologia está a cada esquina, e estranho seria que não estivesse também a entrar na pesca.
Depois dos plotters, GPS e sondas, dos barcos que levam engodos a distâncias longínquas e até de marcadores de locais de picadas de peixes, ela chegou aos carretos eléctricos.
O que vos trago hoje tem a ver com a possibilidade de podermos comandar o nosso carreto eléctrico a partir de um comando dedicado.


Percebam que isto não é algo com utilidade para a pesca dos besugos, uma pesca costeira que se faz a menos de 100 metros de fundo, e que por isso mesmo, para além de permitir uma pesca stand-up, a pé com a cana na mão, não exige chumbadas de peso elevado. Porque se trata de uma pesca ligeira, a ferragem é manual.
Mas nem sempre isso pode ser feito.
Eu pesquei na Ilha de S. Miguel numa zona, a Ponta dos Mosteiros, onde os 400 metros de fundo obrigavam por si a utilizar chumbadas de 1 kg. Acontece que a determinadas alturas do dia, a força da corrente era tanta que essas chumbadas, aparentemente pesadas, não chegavam para fazer cair a isca ao fundo. Com menos de 2 kgs nem valia a pena pescar.
Por isso, a cana já não pode ser utilizada em stand-up, tem sim de ser fixa ao barco. E é para essa situação que este sistema pode ser interessante.
Se alguém decidir, por exemplo, ir pescar chernes ou gorazes com várias canas no mesmo barco, eventualmente uma de cada lado da embarcação, pode reagir de forma imediata a qualquer tipo de picada.
Para isso basta-lhe ter à sua frente os comandos e pressionar o respectivo botão.
O sistema permite mudar a velocidade de subida, e, se dermos um impulso brusco na linha, poderemos ferrar com facilidade.
Pressupõe-se que as canas estarão fixas, nos seus respectivos suportes.

Vejam o filme:

Clique na imagem para visualizar e na rodinha das definições para melhorar a qualidade.

Estes equipamentos estão acima dos 1000 euros unidade e são para quem sabe pescar com eles e …os pode pagar.

É bom saber que estas soluções existem. Trata-se de material muito específico, pode ter interesse para um número muito reduzido de pessoas, mas a não divulgação significa manter a evolução dos materiais na penumbra. E nós queremos e merecemos ter aquilo que de bom se fabrica bem debaixo dos nossos olhos.
Neste caso, é para quem pesca na fundura aos…grandes.


Vítor Ganchinho


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